Aldeias do Litoral Norte têm barreiras para controlar entrada de pessoas

A ação, que tem a finalidade de controlar a entrada de pessoas que possam estar contaminadas, foi adotada nas aldeias.

De acordo com a Fundação Nacional do Índio (Funai) em João Pessoa, pelo menos oito aldeias indígenas potiguaras, localizadas em municípios do Litoral Norte paraibano, adotaram a formação de barreiras como medida preventiva à Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus. Eventos estão suspensos nas aldeias, enquanto durar a pandemia.

A ação, que tem a finalidade de controlar a entrada de pessoas que possam estar contaminadas, foi adotada nas aldeias Brejinho, Tramataia, Camurupim, Coqueirinho, Val, Caieira e Jacaré de César, localizadas em Marcação e Jaraguá, em Rio Tinto.

O trabalho é feito por caciques e índios voluntários, que permitem apenas a entrada de moradores. Quem não é indígena e não mora nas aldeias, não pode entrar nos locais com barreiras. Já indígenas que residem em outras aldeias são orientados a não entrar, mas não há proibição.

O coordenador da Funai na capital, Petrônio Cavalcanti Filho, explicou que a iniciativa é apoiada pelo órgão em conjunto com o Distrito Sanitário Especial Indígena (Dsei), a Polícia Militar, e as secretarias municipais de saúde dos municípios em que elas estão localizadas. Informações: Lenilson Balla.

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