Escolas movem ação no STF pedindo retomada das aulas presenciais em JP

O argumento é que outros segmentos avançaram nos planos de flexibilização, o que não ocorreu com as instituições de ensino.

Uma ação foi movida, na manhã desta segunda-feira (14), por instituições de ensino de João Pessoa no Supremo Tribunal Federal (STF). Os representantes das escolas pedem o retorno das aulas presenciais. O argumento é que outros segmentos avançaram nos planos de flexibilização, o que não ocorreu com as instituições de ensino.

As instituições alegam ainda que a retomada deve ser feita de maneira segura, cumprindo protocolos sanitários e de distanciamento social. A ação deve ser avaliada pela ministra Cármen Lúcia. Enquanto não há posicionamento, as aulas e atividades acadêmicas seguem de forma remota.

Liberação e suspensão

As aulas presenciais nas escolas e faculdades de João Pessoa estão suspensas novamente desde o dia 25 de novembro. A decisão aconteceu após um acordo judicial entre o Ministério Público Federal (MPF), Justiça Federal e a Prefeitura Municipal, em uma reunião. O motivo é justificado pelo aumento de casos de pessoas infectadas pela Covid-19 na capital paraibana.

Em Cabedelo, no Litoral Norte do estado, a mesma medida foi determinada pela Justiça, após o município não acatar a recomendação do MPF.

A flexibilização gradual autorizada pela gestão municipal ocorreu mesmo durante a pandemia, no dia 5 de outubro. Estavam autorizadas aulas para alunos do ensino médio, superior e de cursos de Inglês e preparação para concursos públicos.

No mesmo dia, Luciano Cartaxo (PV) anunciou a ampliação do horário em bares e restaurantes até 0h. Ele também permitiu a ampliação de músicos nesses estabelecimentos.

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