Coronel Sérgio comemora anúncio da desativação do presídio de Mangabeira e defende Projeto Cidade Penitenciária
“Fico satisfeito em ver um projeto que defendo há tantos anos pautando o debate político do nosso Estado.“

O pré-candidato a deputado estadual Coronel Sérgio comemorou o anúncio do governador sobre a desativação do presídio de Mangabeira, em João Pessoa, e a transformação da área em um parque. Para ele, a medida representa um avanço importante e coloca no centro do debate uma proposta que defende há anos: a retirada dos presídios das áreas urbanas e a construção de um novo modelo para o sistema penitenciário da Paraíba.
“Fico satisfeito em ver um projeto que defendo há tantos anos pautando o debate político do nosso Estado. Enquanto alguns ainda tratam essa mudança apenas como uma ideia, eu já venho tratando como um projeto real, estruturado e com soluções pensadas para os desafios que teremos pela frente”, afirmou Coronel Sérgio.
O coronel, no entanto, faz um alerta: desativar um presídio é apenas uma parte da solução. É preciso definir para onde irão os presos e como o sistema vai absorver essa população sem ampliar a superlotação. É justamente nesse ponto que ele apresenta o Projeto Cidade Penitenciária, proposta que prevê a retirada dos estabelecimentos prisionais dos centros urbanos, a criação de uma estrutura planejada para abrigar os detentos, a utilização da mão de obra prisional e melhores condições de segurança para os policiais penais. A proposta também busca transformar o trabalho em ferramenta efetiva de ressocialização e reintegração social.
Com experiência acumulada em diferentes funções estratégicas da segurança pública, Coronel Sérgio destaca que sua visão sobre o sistema penitenciário não nasceu de gabinete. Ele foi secretário de Administração Penitenciária e comandante-geral da Polícia Militar, conhecendo a segurança pública por dentro e acompanhando de perto os desafios enfrentados por policiais, policiais penais e pela própria população. Segundo ele, a ideia de retirar presídios das áreas urbanas e colocar presos para trabalhar já era defendida por ele desde 2009, tendo avançado inclusive com a aprovação de legislação e com o conhecimento de experiências consideradas positivas em outros estados. “Eu não estou chegando agora a esse debate. Essa é uma pauta que venho construindo há muito tempo. O que precisamos agora é transformar essa oportunidade em um projeto completo, que dê mais segurança, reduza a superlotação, valorize o policial penal e faça da ressocialização uma realidade”, reforçou.




