Quaest para o Senado na PB: João, 27%; Veneziano, 17%; Nabor, 9%; Queiroga, 6%
O levantamento considera a combinação dos votos para as duas vagas que estarão em disputa no Senado Federal.

A primeira pesquisa Quaest sobre a corrida eleitoral ao Senado na Paraíba, divulgada nesta terça-feira (25) pelas TVs Cabo Branco e Paraíba, mostra o ex-governador João Azevêdo (PSB) na liderança, com 27% das intenções de voto.
O levantamento considera a combinação dos votos para as duas vagas que estarão em disputa no Senado Federal. Nesse cenário, o eleitor é apresentado aos nomes e partidos dos candidatos.
Veneziano (MDB) aparece em segundo lugar, com 17%. Na sequência, estão Nabor Wanderley (Republicanos), com 9%; Marcelo Queiroga (PL) tem 6%; e Major Fábio (Novo) 5%.
Considerando a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, Nabor, Marcelo Queiroga e Major Fábio estão tecnicamente empatados.
André Gadelha (MDB) registra 2%. João Batista (UP) e Adriano Trajano (PCO) aparecem com 1% cada.
Marcelo Queiroga, Major Fábio, André Gadelha, João Batista e Adriano Trajano também estão dentro da faixa de empate técnico quando considerada a margem de erro.
Rosilene Santana (UP) e Rinaldo Júnior (DC) não pontuaram.
Entre os entrevistados, 15% ainda estão indecisos. Outros 17% afirmaram que votariam em branco ou nulo ou que não votariam.
Espontânea ao Senado
No cenário de intenção de voto espontâneo para a eleição ao Senado, quando o entrevistado não tem acesso a nenhuma lista com os nomes dos candidatos, 75% dos eleitores da Paraíba ainda estão indecisos.
O candidato mais mencionado é João Azevedo, com 8%, seguido por Veneziano com 5%, Nabor com 4%, Dr. Marcelo Queiroga com 2% e André Gadelha com 1%. 4% escolheram votar branco, nulo ou não vai votar.
Dados da pesquisa
A Quaest, contratada pela TVs Cabo Branco e Paraíba, realizou 804 entrevistas com eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 21 e 24 de agosto. A margem de erro máxima para o total da amostra é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro do nível de confiança de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).



