Após impasse, Lucas Ribeiro anuncia Lígia Feliciano como vice na chapa para reeleição na Paraíba
A escolha acabou sendo caseira, já que Lígia Feliciano está filiada ao União Brasil, partido que está federado com o PP de Lucas Ribeiro.
O governador e candidato à reeleição Lucas Ribeiro (Progressistas) colocou fim, nesta terça-feira (11), à espera pela definição do nome que vai ocupar a vice em sua chapa. A escolhida foi a médica e ex-vice-governadora Lígia Feliciano (União Brasil).
A escolha acabou sendo caseira, já que Lígia Feliciano está filiada ao União Brasil, partido que está federado com o PP de Lucas Ribeiro.
Ao anunciar a escolha, Lucas destacou a experiência de Lígia. Ela já foi vice-governadora no segundo mandato de Ricardo Coutinho (PT), eleitos em 2014, e no primeiro de João Azevêdo, em 2018. “Para continuar nessa pisada, a gente precisa de gente preparada. Por isso, conto doutora Lígia como minha vice”, afirmou o governador.
Lígia também destacou a experiência acumulada na política e disse estar preparada para a nova missão. “Quero levar minha experiência para trabalhar ao seu lado pela Paraíba”, afirmou a candidata.
Lígia se junta a João Azevêdo (PSB) e Nabor Wanderley (Republicanos), que disputam as duas vagas da Paraíba no Senado. Com a mudança, Renato Feliciano deixa a segunda suplência de Nabor.
Definição após impasse
A escolha da vice de Lucas Ribeiro acontece após semana de impasse, que foi publicizado com mais ênfase no último dia 5 de agosto, quando o governador chegou à convenção partidária sem o nome definido. O presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino (Republicanos), foi um dos primeiros nomes a deixar a disputa por não gostar dos termos colocado à mesa.
Outro nome que perdeu força foi o do deputado estadual Eduardo Carneiro (PP), depois que voltou a circular nas redes sociais um vídeo antigo em que ele aparece pedindo votos para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A participação ativa do deputado Luciano Cartaxo ao lado de Lucas nos dois debates movimentou a possibilidade de que a esposa dele, Maísa Cartaxo, ou ele próprio viesse ser o escolhido.
Depois disso, a definição pelo nome de uma mulher e alinhada com o projeto de reeleição de Lula passou a circular com mais força. Nesse cenário, o nome da coronel Viviane (PSB), que chegou a circular, também foi rifado pelos partidos progressistas.




